<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Policrítica</title>
	<atom:link href="http://dionisio.martinezsoler.es/policritica/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://dionisio.martinezsoler.es/policritica</link>
	<description>-- lo que creo y no creo, lo que acepto y no acepto --</description>
	<lastBuildDate>Mon, 13 Jun 2011 22:15:53 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.1.3</generator>
		<item>
		<title>Desprezo hipócrita pelos utentes, pelos cidadãos e pela vida humana</title>
		<link>http://dionisio.martinezsoler.es/policritica/2011/06/13/desprezo-hipocrita-pelos-utentes-pelos-cidadaos-e-pela-vida-humana/</link>
		<comments>http://dionisio.martinezsoler.es/policritica/2011/06/13/desprezo-hipocrita-pelos-utentes-pelos-cidadaos-e-pela-vida-humana/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 13 Jun 2011 22:11:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dionisio Martínez Soler</dc:creator>
				<category><![CDATA[General]]></category>
		<category><![CDATA[Igualdad]]></category>
		<category><![CDATA[igualdad]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilidad social]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dionisio.martinezsoler.es/policritica/?p=44</guid>
		<description><![CDATA[Sim, tudo isso mostra a inacreditável resposta da REFER à morte de uma pessoa atropelada por um comboio na estação do Entrocamento e ao comunicado da Câmara Municipal do Entrocamento que se seguiu e que denuncia, com toda a razão, &#8220;a omissão criminosa de medidas que garantam a segurança de utentes e trabalhadores&#8221;, segundo noticiam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, tudo isso mostra a inacreditável resposta da <a href="http://www.refer.pt" target="_blank">REFER</a> à morte de uma pessoa atropelada por um comboio na estação do Entrocamento e ao comunicado da <a href="http://www.cm-entrocamento.pt" target="_blank">Câmara Municipal do Entrocamento</a> que se seguiu e que denuncia, com toda a razão, &#8220;a omissão criminosa de medidas que garantam a segurança de utentes e trabalhadores&#8221;, segundo noticiam hoje diversos órgãos de comunicação social portugueses (<a href="http://publico.pt/1498519" target="_blank">&#8220;REFER afasta responsabilidades na morte de idoso na estação do Entroncamento&#8221;</a>, no <a href="http://www.publico.pt"><em>Público</em></a>, <a href="http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1877185">&#8220;Autarquia do Entroncamento «indignada» com explicações da Refer&#8221;</a>, na <a href="http://www.tsf.pt">TSF</a>). A REFER limita-se a dizer que as &#8220;condições de segurança no local estavam asseguradas e que foram feitos avisos sobre a aproximação de um comboio Alfa que não pára na estação&#8221;, avisos <em>sonoros</em>, e diz isto sabendo que a vítima usava um aparelho auditivo. Não há, segundo noticia a comunição social, a mais mínima alusão por parte da empresa gestora à necessidade de diversificar as medidas de segurança ou o tipo de avisos (porque não há também sinais luminosos, como nas passagens de nível, porque não há barreiras a fecharem-se, porque não há, como reclama a autarquia, passagens desniveladas para os peões que têm obrigatoriamente que atravessar as linhas?), o que justifica a indignação do presidente da Câmara do Entrocamento por esta resposta.</p>
<p>Então as pessoas com deficiências auditivas não são utentes e cidadãos como os outros? Não merecem medidas de segurança feitas a pensar nas suas dificuldades? Desconheço se a legislação, como sugere o comunicado da REFER, só obriga a fazer avisos sonoros. Se assim for, é uma legislação claramente deficiente e tem que ser urgentemente modificada. Parece-me impensável que não existam normas na União Europeia que obriguem a adoptar outro género de medidas e a construir passagens desniveladas, aliás, desconfio que essas normas devem existir algures, e se não existirem, deviam ser feitas.</p>
<p>Mas, para além da legislação, existe a ética, a &#8220;responsabilidade social empresarial&#8221;. Por isso, procuro no site da <a href="http://www.refer.pt" target="_blank">REFER</a> alguma coisa do género, e encontro um lindo documento intitulado <a href="http://www.refer.pt/MenuPrincipal/REFER/Sustentabilidade/DesempenhoSocial/PoliticaDeResponsabilidadeSocial.aspx" target="_blank">Política de Responsabilidade Social</a> (data: Março de 2010) onde se lê o seguinte, que sublinho a negrito:</p>
<blockquote><p>
A REFER reconhece a sua responsabilidade na geração de valor para a comunidade onde se insere e está comprometida em conduzir a sua actividade <strong>de uma forma ética, social</strong> e ambientalmente <strong>responsável</strong>, assumindo <strong>compromissos</strong> com as diversas partes interessadas.<br />
(&#8230;)<br />
COMPROMISSOS COM A COMUNIDADE<br />
<strong>Contribuímos para a promoção de um modo de transporte seguro</strong> e ambientalmente mais eficiente, <strong>controlamos o potencial impacto negativo da nossa actividade nas populações</strong>, criamos soluções que facilitam a mobilidade, promovemos a integração equilibrada da infra-estrutura ferroviária nos espaços urbanos, <strong>educamos e sensibilizamos para a segurança e investimos continuamente numa rede ferroviária mais segura</strong> (&#8230;)<br />
COMPROMISSOS COM A COMUNIDADE E A CULTURA FERROVIÁRIA<br />
Apoiamos o desenvolvimento de iniciativas que promovam a comunidade ferroviária, a sua coesão e <strong>protecção</strong> (&#8230;)
</p></blockquote>
<p>Quanta hipocrisia!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dionisio.martinezsoler.es/policritica/2011/06/13/desprezo-hipocrita-pelos-utentes-pelos-cidadaos-e-pela-vida-humana/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Economicismo na escolha de cursos</title>
		<link>http://dionisio.martinezsoler.es/policritica/2010/06/23/economicismo-na-escolha-de-cursos/</link>
		<comments>http://dionisio.martinezsoler.es/policritica/2010/06/23/economicismo-na-escolha-de-cursos/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 06:12:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dionisio Martínez Soler</dc:creator>
				<category><![CDATA[General]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dionisio.martinezsoler.es/policritica/?p=42</guid>
		<description><![CDATA[O Público trazia ontem, sob o título Estudantes têm cada vez mais dificuldades de base a Matemática, mais um desses artigos sobre a degradação do ensino em geral e do ensino universitário em particular e sobre a falta de preparação dos estudantes que saem do secundário, cheio dos lugares comuns do costume (facilitismo, mau comportamento, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.publico.pt" target="_blank"><em>Público</em></a> trazia ontem, sob o título <em><a href="http://www.publico.pt/Educa%C3%A7%C3%A3o/estudantes-tem-cada-vez-mais-dificuldades-de-base-a-matematica_1443028" target="_blank">Estudantes têm cada vez mais dificuldades de base a Matemática</a></em>, mais um desses artigos sobre a degradação do ensino em geral e do ensino universitário em particular e sobre a falta de preparação dos estudantes que saem do secundário, cheio dos lugares comuns do costume (facilitismo, mau comportamento, não aprenderam a pensar nem a ser responsáveis, etc.). O mais interessante de toda a reportagem é a seguinte reflexão de uma professora universitária:</p>
<blockquote><p>Ana Isabel Filipe, do departamento de Matemática e Aplicações da Escola de Ciências Universidade do Minho, que tem dado cadeiras de Álgebra Linear, Análise Matemática e Cálculo em cursos na área das engenharias, faz uma radiografia: “Os alunos estão dentro de cursos que não gostam. Procuram um curso com empregabilidade e ocupam a vaga de quem até tinha uma nota menor mas tinha gosto. Estão todos fora do sítio”, explica a professora de 55 anos que dá aulas desde 1978.</p></blockquote>
<p>O economicismo que cada vez mais domina os comportamentos individuais e colectivos, o reflexo do neoliberalismo dominante nas escolhas individuais e nos projectos de vida pessoais, levam a este drama educativo. Se o critério principal é fazer dinheiro a todo o custo, quanto mais melhor, mesmo renunciando àquilo de que se gosta e que até se poderia conseguir, o ensino passa a ser apenas mais uma corrida de obstáculos que é preciso ultrapassar para atingir o salário desejado. O prazer e o entusiasmo por aquilo que se faz na vida deixaram de ser motivações importantes. Não será esta a causa de todo o resto? Porque a &#8220;ideia romântica de que a aprendizagem tem de dar prazer&#8221;, criticada na mesma reportagem por outro docente (mais um dos lugares comuns do costume), no pode ser substituída pela ideia economicista de que o que interessa é ganhar dinheiro com prazer ou sem ele. O trabalho bem feito exige prazer e entusiasmo, e sem eles os &#8220;hábitos de trabalho&#8221; e o &#8220;espírito de sacrifício&#8221; não fazem sentido. Se a motivação for apenas o dinheiro, o sacrifício e o trabalho irão apenas até onde for necessário para convencer ou enganar os outros. Só com prazer e entusiasmo é que se pode atingir a verdadeira qualidade, do ensino, do trabalho e de vida.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dionisio.martinezsoler.es/policritica/2010/06/23/economicismo-na-escolha-de-cursos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Hay que vivir&#8230; que treinta años no son nada</title>
		<link>http://dionisio.martinezsoler.es/policritica/2010/05/25/hay-que-vivir-que-treinta-anos-no-son-nada/</link>
		<comments>http://dionisio.martinezsoler.es/policritica/2010/05/25/hay-que-vivir-que-treinta-anos-no-son-nada/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 May 2010 15:34:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dionisio Martínez Soler</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crisis]]></category>
		<category><![CDATA[Economía]]></category>
		<category><![CDATA[General]]></category>
		<category><![CDATA[historia]]></category>
		<category><![CDATA[memoria]]></category>
		<category><![CDATA[pasado]]></category>
		<category><![CDATA[presente]]></category>
		<category><![CDATA[USA]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dionisio.martinezsoler.es/policritica/?p=34</guid>
		<description><![CDATA[Me viene hoy a la memoria, no sé por qué, el comiento de esta canción, Hay que vivir, que tiene más de treinta años y parece haber sido escrita para la crisis actual: Habrá que hacernos a la idea que sube la marea y esto no da mas de sí. Habrá que darnos por vencidos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Me viene hoy a la memoria, no sé por qué, el comiento de <a href="http://www.youtube.com/watch?v=9xt1YDZZEkE" target="_blank">esta canción</a>, <em><a href="http://www.jbhumet.com/discos.asp?id=f06" target="_blank">Hay que vivir</a></em>, que tiene más de treinta años y parece haber sido escrita para la crisis actual:</p>
<blockquote><p>Habrá que hacernos a la idea<br />
que sube la marea<br />
y esto no da mas de sí.</p>
<p>Habrá que darnos por vencidos<br />
y echarnos al camino<br />
que no hay nortes por aquí.</p>
<p>Al sueño americano<br />
se le han ido las manos<br />
y ya no tiene nada que ofrecer;<br />
sólo esperar y ver si cede<br />
la gran bola de nieve<br />
que se levanta por doquier.</p></blockquote>
<p>Parece que en treinta años no hemos aprendido nada y seguimos cometiendo los mismos errores, una y otra vez.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dionisio.martinezsoler.es/policritica/2010/05/25/hay-que-vivir-que-treinta-anos-no-son-nada/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>&#8220;Es una cuestión bilateral entre Marruecos y España&#8221;</title>
		<link>http://dionisio.martinezsoler.es/policritica/2009/12/07/es-una-cuestion-bilateral-entre-marruecos-y-espana/</link>
		<comments>http://dionisio.martinezsoler.es/policritica/2009/12/07/es-una-cuestion-bilateral-entre-marruecos-y-espana/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 14:45:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dionisio Martínez Soler</dc:creator>
				<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Federalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Sáhara]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dionisio.martinezsoler.es/policritica/2009/12/07/es-una-cuestion-bilateral-entre-marruecos-y-espana/</guid>
		<description><![CDATA[Acabo de oír en televisión a la comisaría de Asuntos Exteriores de la UE, Benita Ferrero-Waldner, decir en español que el caso de Aminatou Haidar &#8211; la activista saharaui en huelga de hambre en el aeropuerto de Lanzarote, a la que Marruecos no deja volver al Sáhara por decir que su nacionalidad es saharaui y [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acabo de oír en televisión a la comisaría de Asuntos Exteriores de la UE, <a href="http://ec.europa.eu/commission_barroso/ferrero-waldner/index_en.htm" target="_blank">Benita Ferrero-Waldner</a>, decir en español que el caso de <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Aminatou_Haidar" target="_blank">Aminatou Haidar</a> &#8211; la activista saharaui en huelga de hambre en el aeropuerto de Lanzarote, a la que Marruecos no deja volver al Sáhara por decir que su nacionalidad es saharaui y no marroquí &#8211; <a href="http://www.europapress.es/nacional/noticia-ue-pide-marruecos-espana-solucion-politica-humanitaria-compromiso-haidar-20091207125240.html" target="_blank">&#8220;<em>es una cuestión bilateral entre Marruecos y España y así será</em>&#8220;</a>.</p>
<p>Caramba. Pensaba que las fronteras exteriores de la UE y la entrada y salida de viajeros por ellas era una cuestión europea y no particular de cada país miembro de la UE. Pensaba que las relaciones de cualquier país de la UE con los países que están al otro lado de las fronteras exteriores era una cuestión europea, y no bilateral entre cada país limítrofe y el país miembro de la UE que está al otro lado de su frontera (de hecho, existe una <a href="http://ec.europa.eu/world/enp/index_en.htm" target="_blank">European Neighbourhood Policy</a> que contempla específicamente las relaciones con <a href="http://ec.europa.eu/world/enp/partners/enp_morocco_en.htm" target="_blank">Marruecos</a>). Pensaba que la UE pretendía tener una política exterior común.</p>
<p>Por lo visto, estaba equivocado. Cuando se trata de cuestiones peliagudas en las que hay que comprometer las relaciones de toda la UE con un vecino para defender los derechos humanos &#8211; como el derecho a no ser privado de pasaporte o de nacionalidad por hacer uso de la libertad de expresión, como ha hecho Aminatou &#8211; y el cumplimiento de las resoluciones de la ONU &#8211; el referéndum en el Sáhara -, la UE abandona a sus países miembros a su suerte. Con las resoluciones de la ONU relativas a países que están bien lejos &#8211; Irak&#8230; &#8211; sí nos comprometemos, pero con las que se refieren a lugares más cercanos, hay que tener más cuidado, por lo visto.</p>
<p>Así que no cabe esperar una posición firme y común de la UE frente a Marruecos en este tema. Es más: ni siquiera cabe esperar una posición de la UE sobre el asunto, prefiere que España se entienda sola con Marruecos. Qué pena que la UE insista una y otra vez en darnos razones para el euroescepticismo.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dionisio.martinezsoler.es/policritica/2009/12/07/es-una-cuestion-bilateral-entre-marruecos-y-espana/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Más despotismo ilustrado</title>
		<link>http://dionisio.martinezsoler.es/policritica/2009/10/05/mas-despotismo-ilustrado/</link>
		<comments>http://dionisio.martinezsoler.es/policritica/2009/10/05/mas-despotismo-ilustrado/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 01:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dionisio Martínez Soler</dc:creator>
				<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Federalismo]]></category>
		<category><![CDATA[democracia]]></category>
		<category><![CDATA[Irlanda]]></category>
		<category><![CDATA[referéndum]]></category>
		<category><![CDATA[Tratado de Lisboa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dionisio.martinezsoler.es/policritica/2009/10/05/mas-despotismo-ilustrado/</guid>
		<description><![CDATA[Hace algo más de un año mostraba aquí mi alegría porque el pueblo irlandés le hubiese dado una lección a los déspotas ilustrados votando no al Tratado de Lisboa. Ahora, en una muestra ya anunciada de falta de democracia (¿qué otra cosa es repetir una votación hasta que su resultado sea el que agrada a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hace algo más de un año <a href="http://dionisio.martinezsoler.es/policritica/2008/06/13/una-leccion-a-los-despotas-ilustrados/" title="Una lección a los déspostas ilustrados" target="_blank">mostraba aquí mi alegría porque el pueblo irlandés le hubiese dado una lección a los déspotas ilustrados</a> votando no al Tratado de Lisboa. Ahora, en una muestra ya anunciada de falta de democracia (¿qué otra cosa es repetir una votación hasta que su resultado sea el que agrada a los dirigentes que la convocan?), el referéndum acaba de repetirse el pasado viernes y, esta vez, <a href="http://www.irishtimes.com/indepth/lisbon2009/" title="Irish Times: The Lisbon Treaty 2009" target="_blank">ha ganado el sí</a> con rotundidad. En general, las opiniones coinciden en que <a href="http://www.irishtimes.com/newspaper/breaking/2009/1004/breaking1.htm" title="Voters concentrated on economic issues" target="_blank">las dificultades económicas que atraviesa Irlanda han hecho pensar a sus ciudadanos que un &#8220;no&#8221; les cerraría las puertas de los mercados europeos que su economía necesita ahora</a>, y en que este hecho ha tenido incluso más peso que las <a href="http://www.elpais.com/articulo/internacional/Bruselas/concedio/garantias/Dublin/evitar/elpepiint/20091004elpepiint_2/Tes" title="Bruselas concedió garantías a Dublín para evitar el 'no'" target="_blank">garantías jurídicas dadas por la UE a Irlanda en forma de anexo al tratado, asegurando que Irlanda podrá desmarcarse del resto de la Unión en lo que se refiere al aborto y a la política de defensa común</a>. Una vez más, se siguen repitiendo las mismas lacras en la Unión Europea: las excepciones o privilegios para algunos miembros a cambio de su integración (piénsese en la situación del Reino Unido y su famoso &#8220;cheque&#8221;), y la visión dominante de Europa como fuente de dinero y negocios para <em>mi</em> país en particular, visión de la que se deduce fácilmente que en cuanto no haya un saldo económico positivo para <em>mi</em> país en particular Europa dejará de interesarnos.</p>
<p>Como muy bien decía ayer el director del periódico portugués <a href="http://www.publico.pt" title="Público.pt" target="_blank">Público</a>, José Manuel Fernandes, en un editorial dedicado al &#8220;sí&#8221; irlandés, después de tantas excusas hay que enfrentarse a la realidad, a la dura realidad de la construcción europea: &#8220;<a href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1403614" title="Depois dos álibis, a mais crua realidade" target="_blank">Depois dos álibis, a mais crua realidade</a>&#8220;. Vale la pena leer su lúcido análisis que alerta sobre las dificultades futuras que aguardan a tan poco democrático proyecto de Europa:</p>
<blockquote><p> Mas ninguém, com seriedade, devia ficar contente, pois todos sabem que em boa parte, senão na maioria, dos países europeus, se o Tratado de Lisboa fosse a votos não passaria. Só votaram os irlandeses porque tinham de cumprir a sua Constituição. Os outros evitaram fazê-lo. E tiveram de novo de votar duas vezes, até votarem “certo”, o que só pode repugnar quem preza o respeito pela vontade dos eleitores.</p>
<p>É triste porque cria uma ilusão de democracia europeia que, por mais retórica que exista, é um mito e continuará a ser um mito.</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>O passado recente de acrimónia e divergências não permite antever um futuro radioso apenas porque, desta vez, uma mão-cheia de irlandeses não repetiu a ousadia de se opor à vontade dos grandes países. Ou, para ser mais exacto, à vontade dos dirigentes dos grandes países.</p></blockquote>
<p>Que ciertos dirigentes lleven a cabo sus proyectos, a pesar de la oposición de los ciudadanos a los que gobiernan &#8211; oposición manifestada abiertamente, como en el primer referéndum irlandés, o silenciada con excepciones jurídicas para ciertos países, con dinero, o simplemente con la imposibilidad de manifestarla en los países donde no habrá referéndum -, por mucho que esos dirigentes vean en esos proyectos el mejor futuro europeo, sólo tiene un nombre, hay que repetirlo: despotismo ilustrado. Mientras los sucesivos tratados europeos o constituciones &#8211; que no nos asuste el nombre &#8211; no sean siempre y obligatoriamente sometidos a referéndum de todos los ciudadanos de los países de la Unión, en una fecha común y única para todos, la construcción europea seguirá siendo todo menos democrática, una idea ilustrada tejida por el paternalismo y la osadía de quienes piensan poder llevarla a cabo contra la voluntad de los pueblos y &#8220;por su bien&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dionisio.martinezsoler.es/policritica/2009/10/05/mas-despotismo-ilustrado/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Un gran paso adelante</title>
		<link>http://dionisio.martinezsoler.es/policritica/2008/11/22/un-gran-paso-adelante/</link>
		<comments>http://dionisio.martinezsoler.es/policritica/2008/11/22/un-gran-paso-adelante/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 22 Nov 2008 21:57:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dionisio Martínez Soler</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educación]]></category>
		<category><![CDATA[Laicismo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dionisio.martinezsoler.es/policritica/2008/11/22/un-gran-paso-adelante/</guid>
		<description><![CDATA[Aunque parezca mentira, en España todavía existen colegios públicos en los que hay crucifijos en las aulas y cuyos responsables se niegan a retirarlos. Es una gran noticia que una decisión judicial ordene la retirada de los crucifijos del colegio público Macías Picavea en Valladolid, tras la demanda interpuesta por la Asociación Cultural Escuela Laica.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aunque parezca mentira, en España todavía existen colegios públicos en los que hay crucifijos en las aulas y cuyos responsables se niegan a retirarlos. Es una gran noticia que <a href="http://www.elmundo.es/elmundo/2008/11/22/castillayleon/1227357346.html" target="_blank">una decisión judicial</a> ordene la retirada de los crucifijos del <a href="http://www.educa.jcyl.es/educacyl/cm/educacyl/tkContent?idContent=5316&amp;textOnly=false&amp;locale=es_ES" target="_blank">colegio público Macías Picavea</a> en Valladolid, tras la demanda interpuesta por la <a href="http://www.europalaica.com/noticias/n051031_vall.html" target="_blank">Asociación Cultural Escuela Laica</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dionisio.martinezsoler.es/policritica/2008/11/22/un-gran-paso-adelante/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Una lección a los déspotas ilustrados</title>
		<link>http://dionisio.martinezsoler.es/policritica/2008/06/13/una-leccion-a-los-despotas-ilustrados/</link>
		<comments>http://dionisio.martinezsoler.es/policritica/2008/06/13/una-leccion-a-los-despotas-ilustrados/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 13 Jun 2008 15:24:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dionisio Martínez Soler</dc:creator>
				<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Federalismo]]></category>
		<category><![CDATA[democracia]]></category>
		<category><![CDATA[Irlanda]]></category>
		<category><![CDATA[referéndum]]></category>
		<category><![CDATA[Tratado de Lisboa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dionisio.martinezsoler.es/policritica/2008/06/13/una-leccion-a-los-despotas-ilustrados/</guid>
		<description><![CDATA[A esta hora, es ya casi segura la victoria del &#8220;no&#8221; en el referéndum irlandés sobre el Tratado de Lisboa (vean Lisbon Treaty now certain to be rejected en The Irish Times). Y es un resultado que le da una lección de democracia a todos los déspotas ilustrados que han venido diciendo a lo largo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A esta hora, es ya casi segura la victoria del &#8220;no&#8221; en el referéndum irlandés sobre el Tratado de Lisboa (vean <a href="http://www.irishtimes.com/newspaper/breaking/2008/0613/breaking1.htm" target="_blank">Lisbon Treaty now certain to be rejected</a> en <a href="http://www.irishtimes.ie" target="_blank">The Irish Times</a>). Y es un resultado que le da una lección de democracia a todos los déspotas ilustrados que han venido diciendo a lo largo de todo el proceso que el Tratado no debía someterse a referéndum porque corríamos el riesgo de que los ciudadanos europeos lo rechazasen y había que imponérselo &#8220;por su bien&#8221;.</p>
<p>Harían bien en reflexionar y pensar en qué necesitamos los ciudadanos europeos para que el proyecto de la UE nos convenza, en vez de aunar esfuerzos para ratificar tratados y decisiones que no convencen. Mientras muchos sigamos teniendo la sensación de que no hay avances en la igualdad real entre los ciudadanos de toda la UE (hecho del que hemos tenido una muestra más con las diferencias en precio de los combustibles e impuestos sobre ellos que han sido aireadas con motivo de la crisis que ha llevado esta semana a las huelgas de los sectores de la pesca y del transporte), los repartos de poder entre países (pues en el fondo es en eso en lo que consiste el Tratado de Lisboa) seguirán sin convencernos.</p>
<p>Gracias, irlandeses.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dionisio.martinezsoler.es/policritica/2008/06/13/una-leccion-a-los-despotas-ilustrados/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Revista de prensa</title>
		<link>http://dionisio.martinezsoler.es/policritica/2008/06/11/revista-de-prensa/</link>
		<comments>http://dionisio.martinezsoler.es/policritica/2008/06/11/revista-de-prensa/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 Jun 2008 15:07:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dionisio Martínez Soler</dc:creator>
				<category><![CDATA[Breves]]></category>
		<category><![CDATA[Prensa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dionisio.martinezsoler.es/policritica/2008/06/11/revista-de-prensa/</guid>
		<description><![CDATA[El PP, que sigue siendo el gran partido de Galicia, está muy desdibujado en las instancias autonómicas, casi desaparecido en la política municipal, y completamente errático en la estatal, hasta el punto de otorgar máxima estabilidad y proyección a la coalición gobernante. El BNG, que debería hacer de bisagra y de elemento dinamizador del limitado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>
El PP, que sigue siendo el gran partido de Galicia, está muy desdibujado en las instancias autonómicas, casi desaparecido en la política municipal, y completamente errático en la estatal, hasta el punto de otorgar máxima estabilidad y proyección a la coalición gobernante. El BNG, que debería hacer de bisagra y de elemento dinamizador del limitado pluralismo que genera nuestra sociedad, se siente ilegitimado para pactar con la derecha, y, preso de sus fantasmas históricos, está actuando como un partido cautivo de Touriño, al que le brinda un apoyo ciego que, al menos desde la perspectiva social y mediática, se percibe como una hipoteca irremisible. Y el PSOE, que alimenta sus ínfulas de grandeza sobre un exiguo grupo de 25 diputados y sobre un municipalismo urbano cogido por los pelos, funciona con una soberbia política más propia de la mayoría absoluta que de los consensos básicos que son exigibles en esta circunstancia.</p>
<p>El resultado es que hemos salido de una mayoría absoluta de 41 diputados, dirigida por Fraga, para caer en otra de solo 25, dirigida por Touriño. Porque los gallegos nos hemos acostumbrado a que nos manden, y ya estamos inhabilitados para la política creativa.
</p></blockquote>
<p>Xosé Luis Barreiro, &#8220;<a href="http://www.lavozdegalicia.es/opinion/2008/05/10/0003_6805624.htm" target="_blank">Visión teatral de la política gallega</a>&#8220;, en <a href="http://www.lavozdegalicia.es/" target="_blank">La Voz de Galicia</a>, 10/5/2008</p>
<blockquote><p>
Uno de los aspectos menos conocidos del régimen político español es que nuestro sistema electoral, hablando en puridad, es preconstitucional. Preconstitucional, en efecto, pues fue un real decreto del Gobierno de UCD previo a las primeras elecciones generales (el 20/1977, de 18 de marzo) el que asentó las grandes pautas para la elección de diputados: número de miembros del Congreso (350), circunscripciones provinciales, criterio de distribución interprovincial de los escaños, fórmula d&#8217;Hondt y listas cerradas y bloqueadas.</p>
<p>Ese sistema, que produce notables distorsiones al traducir en escaños el reparto de los votos expresados por el cuerpo electoral, tiene, además, un efecto político de extraordinaria relevancia: que penaliza, hasta hacerla poco menos que imposible, la emergencia o la persistencia de un tercer o cuarto partido a escala nacional que, llegado el caso, puedan ser bisagras del PSOE o del Partido Popular.</p>
<p>Es de ese cada vez más incomprensible vicio de nuestro sistema electoral del que los partidos nacionalistas se han servido para convertirse en lo que son cuando nadie alcanza la mayoría absoluta en el Congreso: los reyes del mambo, que controlan la gobernabilidad de este país. Y es que a los nacionalistas -que compiten solo en sus respectivos territorios y que, por tanto, solo en ellos pierden restos- el sistema les resulta pistonudo.</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>¿Hay alguna solución? Podría haberla si se pusiese sobre la mesa una reforma que permitiese tratar a todos los partidos por igual. La más evidente sería la consistente en aumentar el número de escaños del Congreso de 350 a 400, y en distribuir los 50 escaños nuevos en un distrito nacional en el que se repartiesen con absoluta proporcionalidad los restos de todos los partidos. Con ello aumentaría la justicia electoral y quizá se acabaría con esa perversión cada vez más insufrible que hace que quienes quieren irse del país acaben cogobernándolo.
</p></blockquote>
<p>Roberto L. Blanco Valdés, &#8220;<a href="http://www.lavozdegalicia.es/opinion/2008/03/11/0003_6642169.htm" target="_blank">Los reyes del mambo y la reforma electoral</a>&#8220;, en <a href="http://www.lavozdegalicia.es/" target="_blank">La Voz de Galicia</a>, 11/3/2008</p>
<blockquote><p> Para disipar dudas, el PNV ofrece el siguiente lema de campaña: &#8220;Yo vivo en Euskadi; y tú ¿dónde vives?&#8221;. Más claro, agua. Dejemos de lado el apoyo a la gobernabilidad de España que puede esperarse de un partido con un slogan tan acogedor y cosmopolita. Lo interesante es que aquí se plantea, como diría Humpty Dumty, quién es el amo. Yo vivo en Euskadi quiere decir: yo soy quien tiene derecho pleno a mandar aquí. Los demás, sobrevenidos y arrecogíos, que firmen un contrato más o menos como el disparatado que Rajoy propone para otros inmigrantes.</p>
<p>Pero ya que el lema electoral convoca al &#8220;diálogo&#8221;, tal como ellos lo entienden, intentemos contestar a esa pregunta. Hay varias respuestas posibles. Una: &#8220;Pues mire, yo también vivo en Euskadi. Pero no me extraña que no se haya dado cuenta porque, a diferencia de usted, vivo lo más oculto posible. Procuro no hablar como pienso, dejarme ver lo menos posible en las demostraciones colectivas y finjo constantemente que el nacionalismo obligatorio me parece muy bien. No quiero líos para mí ni para mi familia&#8221;. Dos: &#8220;No, yo no vivo ya en Euskadi. Me he tenido que marchar, ¿sabe? Una pena. No me gusta que me coaccionen ni me amenacen. Me harté de ver malas caras por no ser adicto al régimen. De modo que me fui a defender la alegría a otra parte. Ahora ya ni siquiera creo que me gustaría volver. Gracias a ustedes, he cogido asco a lo que más amaba&#8221;. Tres: &#8220;¡Claro que vivo en Euskadi! Y no pienso irme, ni callarme, ni darles la razón a los matones del pueblo. No creo que haya que normalizar políticamente nada aquí, lo que hace falta es que ustedes se acostumbren a ver como normal pertenecer a un Estado de derecho llamado España en lugar de a la tribu de Aitor. Ni tampoco pienso colaborar en su construcción nacional que en realidad consiste en destruir la efectiva nación de ciudadanos a que pertenezco&#8221;. ¿Hace falta seguir o basta con estas respuestas, señores nacionalistas?<br />
(&#8230;)<br />
Pero resulta que, pese a quien pese, soplan vientos de cambio en el País Vasco. Un grupo de padres alaveses y vizcaínos ha formado un colectivo a favor de la enseñanza en castellano y contra la imposición del euskera en el nuevo currículo vasco. Aunque lejos de ser mayoría, cada vez hay más euskaldunes que dan la tercera de las respuestas antes indicadas al lema del PNV. En el principal debate político de ETB1, Kalaka, se oyen ahora en vascuence argumentos bien razonados y expuestos sin temores ni temblores a favor de las tesis constitucionalistas hasta ayer proscritas -¡y no sólo por los nacionalistas!- como crispadoras.</p></blockquote>
<p>Fernando Savater, &#8220;<a href="http://www.elpais.com/articulo/opinion/pompas/obras/elpepuopi/20080222elpepiopi_4/Tes" target="_blank">Sus pompas y sus obras</a>&#8220;, en <a href="http://www.elpais.com/" target="_blank">El País</a>, 22/2/2008</p>
<blockquote><p> &#8220;El sistema electoral español es infinitamente más original de lo que parece a primera vista, y es bastante maquiavélico&#8221;. Quien así habla no es ni un desinformado ni un antisistema resentido, es Óscar Alzaga, uno de los padres del propio sistema. Los dos adjetivos que utiliza describen a la perfección la criatura que él y otros miembros de la UCD alumbraron durante la Transición y que todavía perdura.<br />
Su originalidad es tal que los especialistas no acaban de catalogarlo. Aunque la Constitución habla de &#8220;representación proporcional&#8221;, lo cierto es que las desproporciones en los resultados son de las mayores de la escena internacional. No sólo no se garantiza una proporción más o menos ajustada entre votos y escaños, es que ni siquiera se salvaguarda el mero orden en el que los votantes colocan a los partidos: una formación con menos votos que otra puede conseguir más escaños. Por eso muchos estudiosos del sistema no lo consideran proporcional sino mayoritario atenuado.</p>
<p>Pero un sistema mayoritario se caracteriza por sobrerrepresentar al partido ganador facilitando así que forme gobierno. Y nuestro sistema no siempre beneficia al primer partido: en 2004 las elecciones las ganó el PSOE, pero el más beneficiado fue el PP. Mientras los votantes socialistas recibieron un 3.3% de escaños por encima de lo que hubiera sido proporcional, los populares se vieron agraciados con un 3.7%. De hecho, con el actual empate técnico puede suceder que el PP quede segundo en votos pero primero en escaños, perdiendo y ganando a la vez las elecciones (¡!). Las más elementales leyes de la semántica impiden denominar &#8220;mayoritario&#8221; a un sistema que posibilita semejante resultado.</p>
<p>Entonces, ¿qué es? Bien, ya se ha dicho: es original. De hecho, lo es tanto que puede afirmarse que su esencia consiste en su inexistencia. El &#8220;sistema electoral español&#8221; es una construcción meramente verbal que carece de una realidad empírica a la que aplicarse con sentido. Lo que hay son 52 sistemas electorales (50 por provincia más Ceuta y Melilla). Los sistemas en los que se eligen muchos escaños son proporcionales. Los sistemas en los que se eligen 3, 4 o 5 escaños no. La ciencia política suele estimar que estos últimos tienen efectos &#8220;mayoritarios&#8221;, algo que a mi juicio no merece el noble principio de mayoría. Por eso, si me permiten la licencia, yo les voy a denominar &#8220;distorsionantes&#8221;. Porque lo que hacen esos sistemas es distorsionar, y por partida doble y superpuesta. (&#8230;) Maquiavelo habría tomado apuntes: los electores cuyos votos son fuertes se hallan en los sistemas &#8220;distorsionantes&#8221; y por tanto presionados para votar útil o, lo que es lo mismo, a los dos grandes; los votantes eximidos de esa losa psicológica son libres, pero sus votos son débiles. (&#8230;) Por un lado se impone el bipartidismo y se fomenta la polarización, siendo casi imposible que surja un partido de centro que pueda ejercer un factor moderador. Por otro, la única alternativa para pactar la ofrecen los nacionalistas. (&#8230;) ¿Qué hacer? La decisión sobre el sistema electoral configura una situación en buena medida excepcional desde el punto de vista de la filosofía política. Nadie defiende, por ejemplo, que sean las empresas las que redacten las leyes anti-monopolio: esa labor ha de corresponder a instituciones que, situadas por encima de ellas, vayan más allá de sus intereses. Pero el sistema electoral lo deciden los partidos y, ¿qué hay por encima de ellos? &#8220;La ley y el Estado de Derecho&#8221;, se dirá, pero es que la ley y por tanto el derecho son, empezando por la propia Constitución, creaciones suyas.</p></blockquote>
<p>Jorge Urdánoz Ganuza, &#8220;<a href="http://www.elpais.com/articulo/opinion/maquiavelico/sistema/electoral/espanol/elpepiopi/20080216elpepiopi_11/Tes" target="_blank">El maquiavélico sistema electoral español</a>&#8220;, en <a href="http://www.elpais.com/" target="_blank">El País</a>, 16/2/2008</p>
<blockquote><p> Bélgica es importante para Europa porque demuestra que es posible un país con diferentes lenguas y culturas. Es un ejemplo en contra de los que piensan que sólo son viables los países que se basan en el principio de un pueblo, una lengua, un Estado. Las sociedades multiculturales y multirreligiosas son posibles, como lo fueron en el pasado en Europa. En el siglo XX perdimos esa diversidad con el genocidio de los judíos; con lo sucedido en los Balcanes, hemos perdido la mezcla de culturas y lenguas que constituye la riqueza de Europa.<br />
(&#8230;)<br />
Las regiones en Bélgica tienen ya una gran autonomía por ejemplo en educación, cultura, infraestructuras y algunos aspectos de la política industrial y económica. Lo que queremos es transferir competencias de forma homogénea en el nivel federal y en el regional. Por ejemplo, en política económica, laboral y empresarial las competencias pasarían a las regiones, pero si transferimos sin reforzar el Estado, el país se rompe.<br />
(&#8230;)<br />
Flamencos y valones podrán tener competencias por ejemplo sobre el mercado laboral, pero en un marco definido por el Estado. Es como el pacto de estabilidad en la zona euro, donde los países son responsables de su política presupuestaria pero con las obligaciones de déficit o endeudamiento que marca el pacto. Otra de mis propuestas es crear una circunscripción federal, es decir, que haya políticos a los que los elijan los electores de todo el país, la idea es crear una opinión pública federal, absolutamente necesaria.</p></blockquote>
<p>Guy Verhofstadt, primer ministro del Gobierno provisional de Bélgica, en una <a href="http://www.elpais.com/articulo/internacional/Flamencos/valones/vivimos/juntos/violencia/bombas/elpepiint/20080215elpepiint_7/Tes" target="_blank">entrevista</a> publicada en <a href="http://www.elpais.com/" target="_blank">El País</a>, 15/2/2008</p>
<blockquote><p> La política española ha sido tan tendente a favorecer y enaltecer los particularismos que ahora mismo las personas que no nos entregamos ciegamente a las razones partidistas ya no estamos en disposición de calibrar si es bueno o es malo que parte del agua de un río se trasvase. ¿A quién creer si todo suena a defensa de la patria chica? Es disparatado que en un país tan pequeño y tan seco, la política del agua se reduzca a los intereses de los aragoneses o de los valencianos, como si ya hubiéramos abandonado la idea de gestionar el bien común. Hasta al PP, que patrimonializa la unidad de España, se le rebela la infantería a las puertas de las generales.<br />
Por favor, ¿hay algún ingeniero inocente en esta sala que nos explique qué es lo mejor para todos?</p></blockquote>
<p>Elvira Lindo, &#8220;<a href="http://www.elpais.com/articulo/ultima/Agua/cielo/elpepiult/20080206elpepiult_1/Tes" target="_blank">Agua y cielo</a>&#8220;, en <a href="http://www.elpais.com/" target="_blank">El País</a>, 6/2/2008</p>
<blockquote><p> Miren por dónde uno descubre que la frase elegida por los gurús del PSOE para condensar su mensaje resulta ser «razones para creer». Curioso. En este momento de claro enfrentamiento con la jerarquía católica, nuestro partido gobernante, en combinación además con el término razón, invita a los ciudadanos a creer. Cualidad que, como sabemos, es tener por cierto algo que el entendimiento no alcanza o que no está comprobado o demostrado. La invitación, por tanto, es a tener fe.<br />
Fe en que alcanzaremos el «pleno empleo», ése es el &#8216;leit motiv&#8217; de un anuncio pagado que aparecía ayer con gran alarde tipográfico junto a la foto de un juvenil y satisfecho ZP, aunque el pasado haya sido el mes de enero en que ha crecido más el paro en toda la historia reciente de España. Fe en que «si vivimos juntos decidimos juntos», otra de las consignas muy queridas del presidente, aunque luego se haya optado por la vía confederal para el desarrollo del Estado de las autonomías y en su programa electoral el propio Partido Socialista Catalán avance en la profundización del modelo, con aspiraciones indisimuladas a que Cataluña disponga de un sistema de financiación equiparable al cupo vasco o disponga de los mecanismos para nombrar sus representantes en el Banco de España, CNMV y demás organismos reguladores. Y mucha fe es la que hay que tener para sostener lo de «comprometidos con la igualdad» el día que el presidente Chaves se descuelga con el plan del estudio del catalán, vasco y gallego en las escuelas de idiomas andaluzas para facilitar a los parados el acceso a un empleo, o cuando se propone la devolución de 400 euros de forma lineal a todos los declarantes de IRPF, dejando fuera precisamente a los ciudadanos que menos ingresos tienen y por ello no llegan ni al mínimo para declarar.</p></blockquote>
<p>José Ignacio Prendes, &#8220;<a href="http://www.elcomerciodigital.com/gijon/20080206/gijon/para-creer-20080206.html" target="_blank">Ver para creer</a>&#8220;, en <a href="http://www.elcomerciodigital.com/" target="_blank">El Comercio Digital</a>, 6/2/2008</p>
<blockquote><p>Como proclaman los de <a href="http://www.galiciabilingue.es/" target="_blank">Galicia Bilingüe</a> con toda la razón, son los hablantes, y no las lenguas, los que gozan de derechos. Partir de lo contrario ha conducido a todo tipo de abusos y de excesos: los que vivimos bajo el inicuo régimen de Franco sabemos bien de lo que hablamos como para no temer los nacionalismos lingüísticos de hogaño tras la atroz experiencia de los nacionalismos lingüísticos de antaño.</p></blockquote>
<p>Roberto L. Blanco Valdés, &#8220;<a href="http://www.lavozdegalicia.es/opinion/2008/02/03/0003_6536259.htm" target="_blank">Sí, Galicia es bilingüe</a>&#8220;, en <a href="http://www.lavozdegalicia.es/" target="_blank">La Voz de Galicia</a>, 3/2/2008</p>
<blockquote><p>- ¿Se ha dado algún paso en la dirección que su sindicato propugna?<br />
-Esto se lo hemos propuesto al Gobierno desde el principio, y no sólo nosotros, sino también UGT y la patronal CEOE, porque estaba en el prólogo del diálogo social. ¿Qué ha ocurrido?. El señor Solbes dice que ha aumentado el gasto educativo y en I+D+i, cosa que es verdad. Pero eso ha sido así en el segmento del gasto que gobierna el Ejecutivo central. Por ejemplo, en educación sólo gestiona las becas y la UNED (Universidad a distancia). El resto está en manos de las comunidades autónomas.<br />
-En estas circunstancias, ¿cuál es la mejor solución?<br />
-Para salir de esta situación hay que alinear a todas las administraciones, y así se lo hemos dicho a todos los partidos políticos. ¿Cómo se hace? Yo lo veo complicado, a tenor de los enfrentamientos que hemos visto estos cuatro años.<br />
-¿Se desprende de sus palabras que las comunidades autónomas no han hecho los deberes?<br />
-Unas sí y otras no. Si las comunidades no asumen que son la parte de un todo, tenemos un problema, porque se rompen las sinergias de las economías de escala y la unidad de mercado. Esto nos hace perder la primera ventaja comparativa que tiene España, que es el gran tamaño de su mercado.</p></blockquote>
<p>José María Fidalgo, secretario general de <a href="http://www.ccoo.es/" target="_blank">CC.OO.</a>, en una <a href="http://www.elcorreodigital.com/vizcaya/20080203/economia/politica-reacciona-tarde-ante-20080203.html" target="_blank">entrevista</a> publicada en <a href="http://www.elcorreodigital.com/" target="_blank">El Correo Digital</a>, 3/2/2008</p>
<blockquote><p>Estamos en periodo de rebajas electorales y los partidos trufan su discurso con toda suerte de baratijas digitales que debemos mantener en cuarentena. ¿Durarán las bitácoras? ¿Sobrevivirán los perfiles? Si el ejemplo es Elvira Rodríguez la respuesta es fácil: Internet les vale para poco más que sacarse la foto. Sean exigentes.</p></blockquote>
<p>Ícaro Moyano Díaz, &#8220;<a href="http://www.latejedora.es/?p=1152" target="_blank">Un fracaso rotundo</a>&#8220;, en el blog <a href="http://www.latejedora.es/" target="_blank">La Tejedora</a>, 29/1/2008</p>
<blockquote><p>Qué gran noticia. Un talón de cuatrocientos euros. Así, sin hacer nada, ni pedir nada. A un servidor le hizo tanta ilusión el anuncio del cheque-voto que ya lo tiene prácticamente gastado. (&#8230;) El caso es que ni Zapatero, ni Rajoy, ni Pizarro, ni Solbes han debido de coger un papel y un lápiz y pararse a echar las cuentas. Porque para cumplir sus promesas de deducciones, rebajas fiscales, tasas de actividad, creación de puestos de trabajo, guarderías, cheques, tramos impositivos y supresión de impuestos, que han hecho hasta hoy, solamente les quedan dos salidas. O atracar el Banco Mundial, o planificar un fraude en el Société Générale francés, que, por lo visto, no debe de resultar muy complicado.</p></blockquote>
<p>Ernesto Sánchez Pombo, &#8220;<a href="http://www.lavozdegalicia.es/opinion/2008/01/29/0003_6520997.htm" target="_blank">El cheque-voto</a>&#8220;, <a href="http://www.lavozdegalicia.es/" target="_blank">La Voz de Galicia</a>, 29/1/2008</p>
<blockquote><p>Que la Marcha de Granaderos, convertida en himno español en el siglo XVIII, no dijera nada, me ha parecido siempre algo de lo que debíamos felicitarnos. Su no decir confería cierta sobriedad a lo que en principio está reñido con ella –una exaltación nacional–, y nos evitábamos soltar chorradas más o menos patrioteras, que es lo que, para su desdicha, hacen los ciudadanos de casi todos los demás países.</p>
<p>Pero ahora, de la manera más estúpida y frívola, corremos el riesgo de que nuestro himno tenga letra, y encima una birria. (&#8230;) Se aduce que los demás países tienen himnos con letra. Allá ellos. En todo caso, las británica, francesa, alemana o italiana son ya antiguas y por lo tanto anticuadas y por lo tanto inocuas y por lo tanto se cantan sólo por inercia o rutina, y es como si a fuerza de repetición casi hubieran perdido su significado. Y por eso, por haberse ya convertido en una cantinela retórica y de trámite y más bien inofensiva, nadie aceptaría quebrar la tradición y que dichas letras se alterasen o suprimiesen. Lo que ni el COE, ni la SGAE, ni el tremendo jurado, ni Plácido el tímido han tenido en cuenta es que nuestra tradición es ya que el himno carezca de letra, y que romperla es tan intolerable como lo sería privar de sus respectivas letras a los himnos mencionados. Por algo será que el nuestro las haya rechazado, y que las tentativas de Marquina (en 1909, por encargo de Alfonso XIII) y Pemán (en 1937, por encargo de Franco) hayan fracasado y caído en el olvido. Así, quienes opinan que un himno debe poder cantarse no sólo están en el error (llevamos más de dos siglos sin hacerlo), sino que además muestran una falta de respeto absoluta por la ya venerable Marcha que afirman querer realzar y homenajear.</p></blockquote>
<p>Javier Marías, &#8220;<a href="http://www.elpais.com/articulo/portada/espanol/afan/cargarselo/todo/elpepusoceps/20080127elpepspor_11/Tes/" target="_blank">El muy español afán por cargárselo todo</a>&#8220;, <a href="http://www.elpais.com/" target="_blank">El País</a>, 27/1/2008</p>
<blockquote><p>Verán, lo siento mucho, pero cada vez que oigo hablar de la Alianza de las Civilizaciones me entra la risa. Y no es que me parezca mal intentar fomentar el conocimiento entre los pueblos, e incluso es posible que las ideas manejadas sean buenas y útiles. Pero tengo un problema de terminología. Porque, como dice Savater, civilización no hay más que una. La cual, por cierto, está compuesta por aportaciones de todas las culturas: por la escritura inventada por los babilonios, por el número cero que concibieron los indios, por el álgebra desarrollada y bautizada (<span style="font-style: italic">aljabr</span>) por los árabes. De modo que no puede haber ni alianzas ni conflictos entre civilizaciones, sino entre culturas; y lo que se opone a la civilización es la barbarie.</p></blockquote>
<p>Rosa Montero, &#8220;<a href="http://www.elpais.com/articulo/ultima/pompa/elpepuopi/20080122elpepiult_1/Tes" target="_blank">La pompa</a>&#8220;, <a href="http://www.elpais.com/" target="_blank">El País</a>, 22/1/2008</p>
<blockquote><p>La ley electoral penaliza a los partidos con fuerte implantación nacional, pero con un voto poco concentrado, caso de IU y de cualquier nuevo partido en condiciones parecidas. Además, el sistema privilegia las provincias poco pobladas en detrimento de las concentraciones urbanas.</p></blockquote>
<p>Álvaro de Marichalar, &#8220;<a href="http://www.elpais.com/articulo/opinion/Privilegios/electorales/senor/elpepuopi/20080122elpepiopi_9/Tes" target="_blank">Privilegios electorales, sí señor</a>&#8220;, <a href="http://www.elpais.com/" target="_blank">El País</a>, 22/1/2008</p>
<blockquote><p>Hasta hace menos de un mes yo no sabía que teníamos el mayor índice de clericalismo y anticlericalismo de Europa. Creía que eso pertenecía al pasado. Bastó que se echasen al monte algunos jerarcas eclesiásticos -críticos, pero tampoco autocríticos- para que los representantes políticos de media España se lanzasen contra los de la otra media. En Francia o en Alemania a ningún político se le hubiera ocurrido convertir la proclama episcopal en un eje de su carreta electoral. Ni a favor ni en contra. En España nuestros líderes acreditan una vocación de mirar hacia atrás que causa espanto. Incapaces de autocrítica, se afanan en despellejarse. Es muy lamentable lo poco que -según se deduce- tienen que decirnos sobre el futuro.</p></blockquote>
<p>Carlos Reigosa, &#8220;<a href="http://www.lavozdegalicia.es/opinion/2008/01/22/0003_6500259.htm" target="_blank">¿Y la autocrítica?</a>&#8220;, <a href="http://www.lavozdegalicia.es/" target="_blank">La Voz de Galicia</a>, 22/1/2008</p>
<blockquote><p>Al nuevo partido Unión, Progreso y Democracia algunos ya le reprochan haber proclamado, fíjense, que el núcleo de la ciudadanía democrática es &#8220;la libertad en igualdad&#8221;. Y como pretende alguna reforma constitucional a fin de que los españoles seamos más iguales en derechos y obligaciones, le achacan estar tramando una tenebrosa contrarreforma. Pero el caso es que progresista no es quien sólo sabe mirar hacia delante; lo es más aún quien mira de vez en cuando hacia atrás para desandar lo mal andado. Por ejemplo, en política lingüística.</p></blockquote>
<p>Aurelio Arteta, &#8220;<a href="http://www.elpais.com/articulo/opinion/Anoranza/Babel/elpepuopi/20080121elpepiopi_4/Tes" target="_blank">Añoranza de Babel</a>&#8220;, <a href="http://www.elpais.es/" target="_blank">El País</a>, 21/1/2008</p>
<blockquote><p>Europa no debe ser un mercado privatizado en el que la “competencia” define el poder de cada uno: si esto ocurriera, podemos sin equivocarnos prever en el futuro luchas muy duras entre los pueblos e incluso el retorno de los nacionalismos ultrarradicales. Europa debe ser un proyecto común de solidaridad.</p></blockquote>
<p>Sami Naïr, &#8220;<a href="http://www.farodevigo.es/secciones/noticiaOpinion.jsp?pRef=3240_5_194184__Opinion-Problemas-Europa" target="_blank">Problemas de Europa</a>&#8220;, <a href="http://www.farodevigo.es/" target="_blank">Faro de Vigo</a>, 21/1/2008</p>
<a href="http://dionisio.martinezsoler.es/policritica/2008/06/11/revista-de-prensa/" rel="bookmark" class="asides-permalink" title="Enlace Permanente a Revista de prensa">(0)</a>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dionisio.martinezsoler.es/policritica/2008/06/11/revista-de-prensa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Más sobre &#8220;Educación para la ciudadanía&#8221;</title>
		<link>http://dionisio.martinezsoler.es/policritica/2008/05/11/mas-sobre-educacion-para-la-ciudadania/</link>
		<comments>http://dionisio.martinezsoler.es/policritica/2008/05/11/mas-sobre-educacion-para-la-ciudadania/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 10 May 2008 23:56:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dionisio Martínez Soler</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educación]]></category>
		<category><![CDATA[ciudadanía]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dionisio.martinezsoler.es/policritica/2008/05/11/mas-sobre-educacion-para-la-ciudadania/</guid>
		<description><![CDATA[En el blog de José Manuel Roca aparecía publicado hace unos días un artículo titulado Educación para la ciudadanía: un exceso más de la Administración socialista en el que se decía, entre otras cosas: El problema de esta Educación para la Ciudadanía es que no tiene respeto por el texto constitucional. Por ello, el Tribunal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>En el <a href="http://polydem.blogspot.com" target="_blank">blog de José Manuel Roca</a> aparecía publicado hace unos días un artículo titulado <a href="http://polydem.blogspot.com/2008/05/educacin-para-la-ciudadana-un-exceso-ms.html" target="_blank">Educación para la ciudadanía: un exceso más de la Administración socialista</a> en el que se decía, entre otras cosas:</p>
<blockquote><p> El problema de esta Educación para la Ciudadanía es que no tiene respeto por el texto constitucional. Por ello, el Tribunal Superior de Justicia de Andalucía ha estimado esta semana, ya casi pasada a la hora en que redacto estas líneas, parte de un recurso contra la asignatura y ha declarado nulos algunos de sus contenidos. Para el TSJA el límite que exige el principio de neutralidad ideológica se rebasa en los contenidos de la asignatura. En fin, un exceso más de los de consumo general de la Administración socialista.</p></blockquote>
<p>Y ello se afirma sin detenerse en qué es lo que al <a href="http://andaluciajunta.es/justicia/adriano/cda/views/adri_home/0,20945,12351694,00.html" target="_blank">TSJA</a> le ha parecido que rebasa el límite de la neutralidad ideológica, y sin mencionar ni analizar el voto particular de dos de los magistrados que firman la sentencia. Tanto <a href="http://www.laicismo.org/anejos/5201/sentenciatsja_epc.pdf" target="_blank">el texto de la sentencia</a> como el del <a href="http://www.laicismo.org/anejos/5201/sentenciatsja_epc_votop.pdf" target="_blank">voto particular</a> están disponibles en Internet, en las páginas de <a href="http://www.laicismo.org" target="_blank">Laicismo.org</a> y en otras, y merecen una lectura detenida para entender mejor qué hay detrás de esta sentencia, y si efectivamente se puede calificar de &#8220;exceso&#8221;, como hace José Manuel Roca, el contenido del <em>currículo andaluz</em> de &#8220;Educación para la ciudadanía&#8221;. Porque &#8211; no lo olvidemos &#8211; son <em>tres frases</em> del currículo andaluz (y por ende de los contenidos mínimos de carácter estatal, de donde proceden, aunque el TSJA no tenga ninguna competencia para juzgar sobre estos últimos y resalte la necesidad de plantear su ilegalidad ante el Tribunal Supremo) y <em>no la propia existencia de la asignatura</em>, lo que rebate la sentencia. De hecho, se puede leer en ella:</p>
<blockquote><p> Ahora bien, se insiste de nuevo, como se declara en ese mismo preámbulo de la Ley Orgánica de Educación con respecto a la educación para la ciudadanía, declaración de indiscutible carácter hermenéutico, que “su finalidad consiste en ofrecer a todos los estudiantes un espacio de reflexión, análisis y estudio acerca de las características fundamentales y el funcionamiento de un régimen democrático, de los principios y derechos establecidos en la Constitución española y en los tratados y las declaraciones universales de los derechos humanos, así como de los valores comunes que constituyen el sustrato de la ciudadanía democrática en un contexto global”, lo que está en perfecta sintonía con el art. 27.2 de la C.E. y con las declaraciones y tratados internacionales, la Sala resuelve en la improcedencia de plantear la cuestión de inconstitucionalidad por la referida indefinición de esos conceptos, aun anunciándose la aparición de “nuevos contenidos”, y la remisión que hace la L.O. 2/2006 para su determinación y alcance a la que se fije por el Gobierno. Y es que, según reiterada doctrina constitucional, la finalidad de tal planteamiento no es resolver controversias interpretativas sobre el alcance de determinados preceptos legales (ATC 62/1997, entre otros muchos), habida cuenta que, conforme a lo preceptuado por el artículo 5 de la L.O.P.J., los Tribunales han de interpretar las leyes según los preceptos y principios constitucionales. En consecuencia, por “educación en valores” se ha de entender educar en los valores del ordenamiento jurídico constitucional, es decir, en “la libertad, la justicia, la igualdad y el pluralismo político” (art. 1.1 de la C.E.); y por “educación ético-cívica”, o referida a formar una “conciencia cívica” en el alumnado, se ha de entender la enseñanza teórica y práctica de “los principios democráticos de convivencia”, que son, como dice el preámbulo de la L.O. 2/2006, el “sustrato” (o mínimum ético) que permite en una sociedad democrática esa convivencia, y es exigido para crecer y formarse libremente, quedando de este modo, si no colmada, sí garantizada la certeza exigible en la norma legal con respecto a destinatarios de ella, en este caso, los padres, como titulares del derecho reconocido en el art. 27.3 de la C.E., frente a esa “nueva materia (que) permitirá profundizar en algunos aspectos relativos a nuestra vida en común, contribuyendo a formar a los nuevos ciudadanos”, como se lee en el mismo preámbulo de la Ley Orgánica de Educación.</p></blockquote>
<p>Es decir, el TSJA considera que no es inconstitucional la presencia de la asignatura &#8220;educación para la ciudadanía y los derechos humanos&#8221; en la <a href="http://www.boe.es/g/es/bases_datos/doc.php?coleccion=iberlex&amp;id=2006/07899" target="_blank">Ley Orgánica 2/2006, de 3 de mayo, de Educación</a>, empecemos por ahí. Lo cual viene a representar un espaldarazo a los que <a href="http://dionisio.martinezsoler.es/policritica/2008/03/18/citizenship-education/#comments" target="_blank">defendemos</a> la necesidad de tal asignatura en el currículo educativo, de acuerdo con las <a href="http://www.coe.int/T/E/Com/Files/Themes/ECD/" target="_blank">recomendaciones del Consejo de Europa sobre la educación para la ciudadanía democrática y los derechos humanos</a>. Con demasiada frecuencia se olvidan en el debate interno en España sobre la asignatura tanto estas recomendaciones como <a href="http://www.eurydice.org/portal/page/portal/Eurydice/showPresentation?pubid=055EN" target="_blank">la presencia de asignaturas semejantes en los currículos escolares de muchos países europeos</a>.<br />
Lo que el TSJA sí considera que rebasa los límites de neutralidad ideológica que la Constitución exige es lo contenido en algunos aspectos de los Reales Decretos que establecen los contenidos mínimos y en los Decretos y Órdenes andaluces que los desarrollan:</p>
<blockquote><p> La afirmación de que los derechos humanos dependen del contexto, o de la coyuntura histórica, y son susceptibles de ser creados o de ser destruidos, es un postulado ideológico (no jurídico) que, como tal, no está incorporado en la norma constitucional. Como también lo es la llamada “ideología de género” que según el propio recurrente “propugna que el sexo no define al hombre y a la mujer como tales, sino que es fruto de una determinada concepción cultural o de un accidente biológico; es decir, que a los seres humanos no nos define como personas el sexo, sino la opción sexual que es elegida por aquél”.</p></blockquote>
<p>Basándose en ello, dicta sentencia anulando <em>determinadas frases</em> contenidas en las disposiciones educativas andaluzas:</p>
<blockquote><p>            Así, en lo que respecta a la Orden de 10 de agosto de 2007 por la que se desarrolla el currículo correspondiente a la Educación Primaria en Andalucía, pide el recurrente la nulidad de la frase, en lo que marca con letra <strong>negrilla</strong>, que dice incluir en el currículo de Andalucía, “el fortalecimiento del respeto de los derechos humanos y de las libertades fundamentales <strong>y los valores que preparan al alumnado para asumir una vida responsable en una sociedad libre y democrática. El ejercicio responsable de estos derechos y deberes comportará una preparación para los retos de una sociedad cambiante que requiere ciudadanos y ciudadanas dispuestos a una convivencia entre otros aspectos en el rechazo de todo tipo de discriminación</strong> por razón de nacimiento, de capacidad económica o condición social, <strong>de género</strong>, y de raza”. Como bien dice el recurrente, esta expresión “<strong>de género</strong>” sustituye a la expresión constitucional “de sexo” contenida en el art. 14 de la C.E., para introducir explícitamente la ideología de género en el currículo. Por tanto, no toda la frase sino sólo esta expresión “<strong>de género</strong>”, que no cabe que la sentencia sustituya por otra (art. 71.2 de la L.J.), ni interpretarla meramente como si se tratara de la expresión “orientación sexual” (fundamento jurídico décimo), ha de ser declarada nula.<br />
También, por iguales motivos, por una determinación normativa inequívoca de la ideología de género, la frase contenida en el núcleo denominado como “Igualdad, convivencia e interculturalidad”, a propósito del desarrollo de contenidos como la educación en el conocimiento y respeto de los derechos fundamentales, que implica, dice, entre otros aspectos que “<strong>la educación ha de atender al respeto de las diversas opciones vitales</strong> de las personas y los grupos sociales, <strong>desarrollando la sensibilidad y la actitud crítica</strong> hacia estereotipos racistas, xenófobos, machistas y <strong>homófobos</strong>”. Ya dice el recurrente que la ideología de género es aquella que parte de la teoría “que a los seres humanos no nos define como personas el sexo, sino la opción sexual que es elegida por aquél”, y que “los padres tenemos derecho a educar a nuestros hijos en la concepción de la sexualidad que resulte confirme a nuestras convicciones, sin perjuicio de educarlos en el respeto a otras orientaciones sexuales”. Por tanto, tampoco toda la frase sino sólo esta expresión “<strong>diversas opciones vitales</strong>”, que la sala no puede sustituir por otra (art. 71.2 de la L.J.), ha de ser declarada nula.</p></blockquote>
<p>Me detengo aquí, y no salgo de mi asombro. Tanto al recurrente como al tribunal les parece mal que el currículo aluda al &#8220;<strong>respeto</strong> de las diversas opciones vitales&#8221;, y les parece mal eso &#8220;sin perjuicio de educarlos [a los hijos] en el <strong>respeto</strong> a otras orientaciones sexuales&#8221;. ¿Me lo parece sólo a mí, o ambas cosas son coincidentes?<br />
Sigamos leyendo al TSJA:</p>
<blockquote><p>        Por último, se dice que dentro del Área de Ciencias Sociales, Geografía e Historia, se plantea entre sus núcleos temáticos, “1. La construcción histórica, social y cultural de Andalucía afirmando que la adolescencia es una etapa fundamental en <strong>la definición de las identidades, en su dimensión personal</strong> y en su dimensión social. <strong>Dado que la construcción de la identidad es una tarea compleja es necesario que la contribución de la escuela a ese proceso de construcción huya de la simplificación y de los enfoques esencialistas, para asumir, una perspectiva compleja y crítica</strong>”. También, por iguales motivos, consistentes en una determinación normativa inequívoca de la ideología de género, no toda la frase marcada sino sólo la de “<strong>dado que la construcción de la identidad es una tarea compleja es necesario que la contribución de la escuela a ese proceso de construcción huya de la simplificación y de los enfoques esencialistas, para asumir, una perspectiva compleja y crítica</strong>”, que el pronunciamiento judicial no puede sustituir por otra (art. 71.2 de la L.J.), ha de ser declarada nula.</p></blockquote>
<p>Una vez más, mi asombro es mayúsculo: ¡al recurrente y al tribunal les parece mal que la escuela fomente la construcción de la propia identidad desde una perspectiva compleja y crítica!<br />
Vale la pena leer el voto particular del magistrado Rafael Sánchez Jiménez, que no sólo plantea claramente que la formación básica en valores cívicos de convivencia no vulnera el derecho de los padres a educar a sus hijos en las convicciones morales y religiosas que deseen, sino que también alude &#8211; ¡menos mal! &#8211; a la Recomendación 12/2002 del Consejo de Ministros del Consejo de Europa, y teje las siguientes consideraciones sobre las tres expresiones anuladas por la sentencia:</p>
<blockquote><p> (&#8230;) la expresión &#8220;<strong>de género</strong>&#8220;, a que se alude en la citada Orden al referirse a &#8220;&#8230;&#8230;. los retos de una sociedad cambiante que requiere ciudadanos y ciudadanas dispuestos a una convivencia entre otros aspectos en el rechazo de todo tipo de discriminación por razón de nacimiento, de capacidad económica o condición social, <strong>de género</strong>, y de raza&#8221;, ha de señalarse que tal expresión no implica, necesariamente, un propósito de adoctrinar a los alumnos en la denominada &#8220;ideología de género&#8221;, pues tal expresión ha de ser entendida como en un sentido mas amplio que la de sexo”, para comprender, además del sexo, la opción sexual de la persona con independencia de su sexo, es decir, se pretende inculcar el rechazo a toda discriminación por razón de sexo y de inclinación sexual, lo cual, naturalmente, no está reñido con valor constitucional alguno , ni, por supuesto, con el derecho de los padres a elegir la formación moral de sus hijos, pues el rechazo de tal motivo de discriminación no afecta a la concepción moral que se pretenda inculcar a los hijos sobre la homosexualidad.<br />
En cuanto a la expresión de la misma Orden &#8220;diversas opciones vitales&#8221;, que es anulada por la sentencia , conviene señalar que la misma forma parte de la frase siguiente: &#8220;la educación ha de atender al respecto de las diversas opciones vitales de las personas y los grupos sociales, desarrollando la sensibilidad y la actitud crítica hacia estereotipos racistas, xenófobos, machistas y homófobos&#8221;, tenor literal del que no puede desprenderse, de forma unívoca, una determinación normativa inequívoca de ideología de género , como señala la sentencia, a que se contrae este voto, toda vez que tal expresión, dado el contexto en que es utilizada, ha de ser puesta en relación con la actitud crítica hacia determinados estereotipos, entre los que se señalan los homófobos, siendo, por tanto, de aplicación lo precedentemente expuesto en relación con la expresión &#8220;de género&#8221;.<br />
(&#8230;) en cuanto a la frase &#8220;dado que la construcción de la identidad es una tarea compleja es necesario que la contribución de la escuela a ese proceso de construcción hulla de la simplificación y de los enfoques esencialistas, para asumir, una perspectiva compleja y crítica&#8221;, frase a la que la sentencia atribuye &#8220;una determinación normativa inequívoca de la ideología de género&#8221;, frente a lo cual hemos de señalar que, dada la generalidad de su tenor literal, tampoco encontramos indicios inequívocos de que se pretenda inculcar a los alumnos la denominada &#8220;ideología de género&#8221;, pues en definitiva dicha frase , como todas aquellas de la normativa a que se contrae este recurso, que destaca, en negrita, el recurrente como acreedoras de una declaración de nulidad por vulnerar sus derechos fundamentales, son susceptibles de ser interpretadas, por si mismas y en su contexto, como expresiones plenamente compatibles con la Constitución.</p></blockquote>
<p>En resumen, el &#8220;exceso&#8221; al que aludía José Manuel Roca en su artículo se resume para el TSJA en el uso de las expresiones &#8220;de género&#8221; en vez de &#8220;de sexo&#8221;, &#8220;diversas opciones vitales&#8221; y &#8220;dado que la construcción de la identidad es una tarea compleja es necesario que la contribución de la escuela a ese proceso de construcción huya de la simplificación y de los enfoques esencialistas, para asumir, una perspectiva compleja y crítica&#8221;. ¿Es esto un &#8220;exceso&#8221; comparable &#8211; pues José Manuel Roca lo compara &#8211; a la &#8220;Formación del Espíritu Nacional&#8221; franquista? ¿Es un exceso que la escuela fomente el respeto a todas las opciones vitales &#8211; incluidas las opciones sexuales &#8211; y la construcción de la propia identidad de manera compleja y crítica?<br />
Imagino que los recursos que ya se anunciaron contra esta sentencia del TSJA acabarán por anularla y dar la razón al contenido del sensato voto particular. Pero aunque así no fuere, difícilmente se podrán calificar de &#8220;exceso&#8221; unas disposiciones educativas que sólo visan educar a todos en el respeto a las opciones de los demás, sean cuales fueren las nuestras. Los padres tienen derecho a dar la formación moral que deseen a sus hijos en lo que se refiere a sus propias opciones vitales, pero en absoluto les asiste el derecho a transmitir a sus vástagos ideas y comportamientos discriminatorios o depreciativos hacia quien opta por opciones vitales diferentes o consideradas erróneas por su moral personal o por su religión.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dionisio.martinezsoler.es/policritica/2008/05/11/mas-sobre-educacion-para-la-ciudadania/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sobre federalismo</title>
		<link>http://dionisio.martinezsoler.es/policritica/2008/04/09/sobre-federalismo/</link>
		<comments>http://dionisio.martinezsoler.es/policritica/2008/04/09/sobre-federalismo/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2008 15:54:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dionisio Martínez Soler</dc:creator>
				<category><![CDATA[Breves]]></category>
		<category><![CDATA[Federalismo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dionisio.martinezsoler.es/policritica/2008/04/09/sobre-federalismo/</guid>
		<description><![CDATA[Algunas referencias útiles sobre el tema del federalismo: International Association of Centers for Federal Studies Forum of Federations Diversidad y sistemas federales: un proyecto de investigación del Instituto de Políticas y Bienes Públicos del Consejo Superior de Investigaciones Científicas, que busca comparar el sistema federal de Alemania, Australia, Brasil, Canadá, España, Estados Unidos, Etiopía, México, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Algunas referencias útiles sobre el tema del federalismo:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.iacfs.org" target="_blank">International Association of Centers for Federal Studies</a></li>
<li><a href="http://www.forumfed.org" target="_blank">Forum of Federations</a></li>
<li><a href="http://www.iesam.csic.es/diversidad.htm" target="_blank">Diversidad y sistemas federales</a>: un proyecto de investigación del <a href="http://www.iesam.csic.es" target="_blank">Instituto de Políticas y Bienes Públicos</a> del <a href="http://www.csic.es" target="_blank">Consejo Superior de Investigaciones Científicas</a>, que busca comparar el sistema federal de Alemania, Australia, Brasil, Canadá, España, Estados Unidos, Etiopía, México, Nigeria, Rusia y Suiza.</li>
</ul>
<a href="http://dionisio.martinezsoler.es/policritica/2008/04/09/sobre-federalismo/" rel="bookmark" class="asides-permalink" title="Enlace Permanente a Sobre federalismo">(0)</a>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dionisio.martinezsoler.es/policritica/2008/04/09/sobre-federalismo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

